DarkmiraTour PHP 2017 – PHP, Comunidades, e Rock N Roll

Darkmira Tour PHP 2017

O que falar desse evento que foi simplesmente fodástico?

Mais uma vez tivemos a prova de que comunidades juntas conseguem fazer coisas sem limites.

Durante esse último fim de semana(27 e 28 de Maio de 2017) Brasilia recebeu o maior evento de Segurança e Boas Práticas em PHP do Brasil. Um evento que não apenas reuniu profissionais renomados em Brasilia, como também conseguiu reunir importantes comunidades de PHP espalhadas em todas as regiões do país.

Um encontro de comunidades, um encontro pessoas com um único intuito: Compartilhar conhecimento de forma de forma mútua e claro, comunitária.

Mais uma vez não conseguiria em um post descrever toda a grandeza do evento, mas separei alguns dos melhores momentos durante o evento.

 

  • Tudo começa com camisetas simplesmente joiadas 🙂

 

  • E quem encontramos na mesa? Sim, ele, Cirilo Grande Vale

 

  • Logo depois encontramos Jack Makiyama mostrando que veio preparado para servir as forças armadas.

 

  • E logo depois mostrando que na verdade é um vândalo, fazendo sinais satânicos em uma Universidade Católica, huehuehue

 

  • Mas não pára por aí, tivemos Leonn Leite falando sobre as novidades do Windows 🙂 #brinks

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PHPeste – A Conferência de PHP que veio pra ficar

Foto Capa

Eu não poderia deixar de escrever sobre essa magnifica conferência que foi o PHPeste, essa edição que aconteceu em terra Baianas, mais precisamente em Salvador-BA, nos dias 08 e 09 de Outubro. 2 dias de muita colaboração e comunidade.

Tenho o costume de detalhar os passos, então, infelizmente só consegui ir pra Salvador no dia 07(sexta-feira), me acordei as 04:30 para conferir se tava levando as rapaduras e a cachaça, e claro, meu chapéu de cangaceiro.

Pois bem, cheguei em Salvador, e o caba desenrolado que tava me esperando era ninguém mais ninguém menos que o “grande” Allan Barbosa, o caba é grande mesmo viu. Ele me levou pra UCSAL – Universidade Católica de Salvador, onde eu ministraria 2 mini-cursos “Programando com PHP enquanto come Rapadura” para a cambada de alunos da própria universidade.

Experiência fantástica, ministrei o 1º minicurso com 2 participantes mais que especiais, o João Pedro de apenas 13 anos, e o Daniel que era deficiente visual, mas mesmo assim provou que PHP é realmente para todos. Incrível experiência, agradeço muito ao Daniel por me mostrar que o PHP pode ser sim uma ferramenta de inclusão digital para todos.Foto do minicurso de PHP na turma da manhã

 

O dia continua, fomos almoçar, encontrei parte da galera de SP, e voltamos pra UCSAL para que eu pudesse ministrar o minicurso da tarde, também foi sucesso.

Foto da turma da tarde

 

A noite como não podia faltar, estavamos prontos pra começar os trabalhos, se é que me entendem. hehehe

Foto Cachaça e Crachás

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Uma Expotec para ficar pra história

Primeiramente vou falar um pouco sobre como tudo aconteceu até chegar a Expotec, se preferir pule 6 parágrafos.

Ano passado(2015), na Campus Party Brasil, em São Paulo, conheci pessoalmente o cara que mais me inspirou a ser de fato um ativista do Movimento Software Livre. Lembro-me de ter deixado em sua mesa uma Rapadura em um saquinho de dindim junto com meu cartão de visita.

Logo após fui falar com o mesmo, dizer que era um apreciador do seu trabalho e que tinha participado de uma de suas oficinas de  Zimbra (CONSEGI – DF – 2013) e até ajudei a galera a usar um pouco o terminal durante a oficina.

O mesmo não lembrava de mim, mas também, hoje como palestrante não me lembro de todo mundo que assiste minhas palestras hehehe.

Muito bem, ele me apresentou a Expotec e me disse que se eu conseguisse ir o meu ingresso estava garantido. Então, chegou Maio e fui por conta própria para a Expotec, de carro e me hospedando na casa de um amigo de um colega meu.

Aproveitei ao máximo o evento, ministrei palestras, oficinas, conheci a nobre comunidade PHP-PB e até bebi com eles. 😀

Mas, infelizmente não consegui participar de todos os momentos de desconfêrencia, participando apenas do jantar do Software Livre na sexta-feira a noite junto com vários outros amigos do Movimento: Anahuac, Paulo Henrique Santana, Valéria Barros, Kamila Brito, Hagadir, entre outros.

Mas enfim, a Expotec este ano(2016) aconteceu de 25 a 27 de Agosto, onde tive o enorme prazer de receber o convite para compor a programação como um dos “Palestrantes Destaques” dos Eixos Software Livre e Desenvolvimento.

Eu como sou azilado submeto logo 5 talks, além de já ir participar de 1 painel, e também do encontro das comunidades de PHP, e a convite do nobre Cyrille Grandval auxiliá-lo em sua oficina de Certificação da Zend.

Beleza, as 5 talks são aceitas, mas apenas 3 são colocadas na grade. Anahuac disse que é porque não queria me explorar hahahhahaha.

Alguns meses antes do evento é anunciado um KeyNote, eu esperava bastante que fosse o Stallman, mas para minha enorme supresa era ninguém mais ninguem menos que Rasmus Lerdorf. Caraca véi, eu vou conhecer o cara que criou o PHP. Hahahah mal esperava o que estava por vir.

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Darkmira Tour PHP Brasil – O evento que ama Comunidades

darkmira tour php br

Entre os dias 18, 19, e 20 de Março de 2016 na cidade de Brasília aconteceu um dos maiores eventos com foco na Fábrica de Softwares e Segurança da Linguagem de Programação PHP. O Darkmira Tour PHP Brasil que veio ao Brasil pela primeira vez e contou com a presença de mais de 300 pessoas, aproveitando 1 dia de workshops e 2 dias de palestras, ambos com conteúdos magnificamente escolhidos de forma caprichosa e detalhada.

O evento contou também com o apoio de várias comunidades do país, comunidades que a cada dia transformam a vida de várias pessoas. Ao todo foram 13 Estados Brasileiros participando do Evento, sendo eles: Ceará, Pernambuco, Paraíba, Bahia, Sergipe, Maranhão, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, e claro Distrito Federal.   Além de termos pessoas de outros locais do mundo: França, Luxemburgo, Amsterdam, Flórida.

comunidades

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PHP – Comandos de Saída

PHP - Comandos de Saída

E aí? Só o filé!?

Este post, PHP – Comandos de Saída, é bem básico e tem como objetivo mostrar algumas características da linguagem pra lhe fazer começar a desenvolver.

Antes de mais nada você deve ter um ambiente de desenvolvimento já arrumado, no mínimo, Apache2, PHP, Navegador Web, e um editor de texto, se ainda não tiver esse ambiente clique aqui e depois volte! 🙂

Ok, irei usar o Iceweasel(Mozilla Firefox) como navegador e o Sublime Text como editor de texto, mas antes de iniciar vamos entender um pouquinho como funciona as coisas:

1 – Todos os arquivos deverão ser salvos dentro do diretório do servidor, no meu caso, o /var/www/

Se isso não acontecer os arquivos não conseguirão ser interpretados já que o PHP(interpretador) fica instalado no servidor.

2 – Os arquivos e os diretórios não podem ter espaços, nem letras acentuadas, e nem caracteres especiais em sua nomenclatura.

Caso não siga esta dica terá bastante problema.

3 – A nomenclatura dos arquivos e diretórios deve estar em caixa baixa.

Essa é apenas uma questão de organização e facilidade de acesso.

4 – Em todo diretório crie um arquivo chamado index.php mesmo que seja em branco deixe-o lá.

Essa parte é sobre segurança, caso um diretório não possua o arquivo index.php ou index.html os arquivos dentro do diretório serão visíveis, e isso é muito ruim.

Ok, feito isso vamos iniciar de verdade, criarei dentro do meu servidor um diretório chamado php ficará então assim: /var/www/php agora dentro deste diretório irei criar o meu index.php e dentro dele colocarei o seguinte código:

<?php
    echo "Hello World!";
?>

feito isso, vamos testar, abro o navegador e digito http://localhost/php ou http://localhost/php/index.php dá no mesmo.

Certo, vamos entender o básico:

  • Todo o código PHP ficará entre <?php e ?> tudo que ficar fora disso será interpretado pelo navegador, ou seja, como texto ou como HTML;
  • O comando echo serve pra mostrar algo na tela;
  • Todos os conjuntos de caracteres(letras, números, símbolos) ficam entre aspas duplas(“”) ou simples(”), essa cadeia é conhecida como String;
  • Todos os comandos precisam ser finalizados com ponto e vírgula ;
  • Dentro de um arquivo você pode abrir quantas tags php(<?php ?>) precisar;

Veja agora outro exemplo de código:

<?php
  echo '<font color="red">';
  echo "PHP com Rapadura";
  echo '</font>';
?>

Tendo adicionado este código no index.php que estávamos usando e tendo recarregado a página do navegador que está a testar, deverá ter agora o texto PHP com Rapadura na cor vermelha como mostra a imagem a seguir:

PHP com Rapadura em vermelho

Certo, perceba que no código temos o uso de 3 echo‘s em 3 linhas de comando, e perceba o mais importante, as strings, note que nas linhas que possuem código HTML eu coloquei aspas simples, mas na linha com a frase PHP com Rapadura eu mantive as aspas duplas, essa diferença é proposital pois através disso conseguimos manter o padrão da linguagem HTML de colocar o valor do atributo entre aspas duplas, ou seja, color=”red” se tivéssemos colocado a tag font entre aspas duplas o PHP não entenderia o que estava acontecendo pois em uma mesma cadeia de caracteres teríamos uma mistura de aspas, tipo assim:

<?php
   echo "<font color="red">";
?>

Perceba que iniciamos a string em “<” e finalizamos em “=”, logo após isso temos um termo red e depois outra string, aquele termo red é exatamente o que o PHP não vai reconhecer, e por isso dará erro.

Então o macete é o seguinte:

“Utilize simples sempre que tiver HTML, e use aspas duplas pra texto bruto, texto que é apenas texto mesmo.”

Veja outro exemplo de código:

<font color="red">
<?php echo "PHP com Rapadura"; ?>
</font><br>

<?php echo "A Comunidade mais arretada do mundo!"; ?><br>

<a href=""> <?php echo "Se achegue mais!"; ?> </a>

Perceba que dessa vez temos o uso da tag <?php ?> 3(três) vezes, isso funciona tranquilarmente, porém não é aconselhável já que toda vez que abrimos a tag <?php estamos executando o interpretador PHP e ao colocarmos ?> estamos fechando o interpretador, ou seja, é como se ficássemos abrindo e fechando um programa, fazendo assim um rebuliço no processador e na memória do computador.

Certo, só pra finalizar o post vamos aprender um outro comando que também serve de saída, o print, basicamente os dois, print e echo, fazem a mesma coisa, porém a diferença é que o print sempre retorna algo e o echo não, em outras palavras o echo é mais rápido.

Veja um exemplo de uso do print:

<?php
    print("Rapadura do Poder");
?>

O resultado seria o mesmo se fosse com echo, mas como falei o echo é mais rápido.

Pois bem pessoa, este foi mais um post sobre PHP, no próximo post da categoria falaremos sobre variáveis e tipos de dados.

Saudações Livres a todos e que a Força esteja com vocês! 🙂 Qualquer dúvida poste nos comentários.

 

 

Instalando o PHP no GNU/Linux

Instalando o PHP no GNU/Linux

Instalando o PHP no GNU/Linux:  e aí gente boa, só o mi?

Pois bem, neste post irei explicar como instalar o PHP em Sistemas Operacionais GNU/Linux que usem os comandos “apt-get” para administrar os pacotes .deb, em outras palavras, aquelas distribuições baseadas em Debian e suas derivações, ou seja, o Trisquel, Ubuntu, LinuxMint, Elementary OS, Linux Educacional, e por aí vai.

Antes de mais nada vamos saber o que o PHP precisa para trabalhar direito:

  • Servidor Web
  • Interpretador de comandos
  • Navegador de Internet
  • Editor de Textos

Vamos agora entender e instalar cada um:

Servidor Web: O PHP roda no lado servidor, ou seja, o seu computador deverá ser um servidor web para que possa rodar os códigos PHP, nesse caso iremos usar o Apache2, vamos a instalação, abra o terminal e digite:

su

agora coloque a senha de root(super usuário) e vamos prosseguir atualizando a lista de pacotes e na linha seguinte instalar o apache2.

apt-get update
apt-get install apache2

Certo, com isso já temos nosso servidor web, vamos testar né, abra seu navegador de internet e digite na barra de endereços o seguinte http://localhost e tecle Enter, o resultado deve ser algo parecido com esse:

Localhost It's Works

Se o resultado foi algo parecido com esse, ótimo, quer dizer que deu certo, e o seu Servidor Web foi instalado com sucesso!

Agora só uma observação importante: o diretório onde o arquivos ficam varia dependendo da distribuição que você está usando, por exemplo, no meu Debian o diretório é o /var/www/ mas em algumas distribuições é o /var/www/html/, de qualquer forma acesse um destes diretórios e veja se existe o arquivo index.html, este é o arquivo que é executado no navegador quando você digita http://localhost, ou seja, você também pode digitar http://localhost/index.html, dá no mesmo, perceba então que localhost significa em outras palavras, o diretório do seu servidor web.

Interpretador de Comandos: Agora chegou a vez de instalar o PHP, sim, PHP é o interpretador de comandos, ele será responsável por interpretar os scripts(códigos) que você digitar e executar a ação deste código, como eu falei atualmente a versão estável do PHP é a 5.6 ou apenas 5, então vamos a instalação:

apt-get install php5 libapache2-mod-php5 libapache2-mod-perl2 php5-cli php5-cgi php5-common php5-curl php5-dev php5-gd php5-imap php5-ldap php5-odbc php-auth

Este é um comando mais completo, mas em alguns casos apenas o apt-get install php5 resolve.

Ok, feito isso é hora de testar, primeiramente adicione o seu usuário(no meu caso é alessandro) ao grupo www-data, essa foi uma dica importante do meu irmão de código, Abdala Cerqueira, e depois dê permissão de leitura e escrita no diretório do servidor, faça isso através dos comandos:

usermod -a -G www-data alessandro
chown -R www-data:www-data /var/www
chmod -R 775 /var/www/

Agora você deverá reiniciar o apache2, para isso basta colocar no terminal o comando:

/etc/init.d/apache2 restart

Pronto, agora crie um arquivo chamado teste.php dentro do diretório do servidor(/var/www/ ou /var/www/html), e digite o seguinte:

<?php
    phpinfo();
?>

Agora vá na barra de endereço do navegador e digite http://localhost/teste.php se aparecer algo como isto, é porque deu certo e seu PHP está instalado, e essas são as informações de sua máquina! 🙂

PHP Teste Localhost

Ok, com isso você tem um ambiente de trabalho com o PHP funcionando, em breve começaremos o curso “Programando com PHP enquanto come Rapadura, um curso básico, mas que pretende transformar você jovem iniciante em um(a) Cangaceiro(a) JEDI. Até a próxima e que a força esteja sempre com você. 🙂

Qualquer dúvida poste aí nos comentários.

 

 

 

PHP, o que é isso?

Antes de iniciar a parte técnica do blog seria bom explicar o que é essa coisa que tanto falo, o PHP, bem pra começar é uma sigla, ou melhor um acrônimo onde a pronúncia correta é “Pí Eidi Pí” e não “Pê Agá Pê” e significa Programador Honesto e Pobre…. aff, que piada velha e sem graça.

PHP

Vamos lá PHP, que na verdade é PHP: Hypertext Preprocessor, é uma linguagem de programação de script, interpretada e livre, sim livre, livre no sentido Software Livre(aquele assunto filosófico que falarei muito por esse blog), é uma linguagem muito utilizada, e especialmente adequada para o desenvolvimento web e que pode ser embutida dentro do HTML(Linguagem de Marcação de Hiper Texto).

Vale salientar que o PHP trabalha do lado servidor, e como mencionei antes, o código é interpretado, isso mesmo, não é compilado, é interpretado linha a linha em tempo de execução. O código da linguagem fica entre estas tags <?php ?>

Por exemplo:

<?php
    echo "PHP com Rapadura"; 
?>

Resultado: PHP com Rapadura

Ao dar CTRL+U na página você verá apenas o resultado do script, ou seja, o código PHP não será visível pro usuário. 🙂

O PHP atualmente(quando escrevi este artigo) está na versão 5.6, mas a 7 já está aí. <3

Pois bem, acho que é isso, ao longo das postagens veremos muito mais sobre PHP, então basta ficar ligado no blog.

Para mais informações sobre a linguagem consulte o manual do PHP no link http://php.net lá você encontra documentação, e uma boa parte em Português do Brasil. E você pode também acompanhar a comunidade PHP com Rapadura que está sempre realizando eventos pelo Estado do Ceará e cheia de pessoas se ajudando a torta e a direita.

PHP com Rapadura

Até logo meu/minha caro(a).

Saudações Livres!