Componentes do Bootstrap – Tables

Bootstrap Componentes Tables

Bootstrap, esse nome tem poder.

Olá, faz um bom tempo que não tinha post hehehe… Então, voltando ao Bootstrap, hoje iremos ver um de seus componentes mais utilizados, as tables. Se você não lembra ou não sabe como usar o bootstrap, clique aqui e veja o post anterior.

Como bem sabemos as tabelas servem para exibir dados tabulares, houve um tempo que já foi utilizada até para organizar o layout, ou melhor, usada como forma de grid, mas isso é coisa do passado, como vimos no post anterior o bootstrap possui um esquema muito desenrolado para fazer grid. Vamos então se atentar ao uso das tabelas.

Pra começo de conversa uma tabela é constituída normalmente de cabeçalho(thead) e corpo(tbody), e de vez em quando as pessoas usam o rodapé(tfoot). Claro que isso é algo que nem todos usam, normalmente só aprendemos a usar as Linhas(tr) e colunas (td,th). Veja um exemplo de uma tabela sem estilo:

<table border="1">
  <!-- Cabeçalho da tabela -->
  <thead>
    <tr>
      <th>Nome</th>
      <th>Email</th>
      <th>Diaspora</th>
    </tr>
  </thead>

  <!-- Corpo da tabela -->
  <tbody>
    <tr>
      <td>Alessandro Feitoza</td>
      <td>eu@alessandrofeitoza.eu</td>
      <td>alessandro_diaspora</td>
    </tr>
    <tr>
      <td>Rapadura Doce</td>
      <td>rapadura@doce.org</td>
      <td>rapadura_doce</td>
    </tr>
  </tbody>
  <!-- Rodapé (se tiver) -->
  <tfoot>
    
  </tfoot>
</table>

Isso claro, gerará uma tabela sem estilo, veja:

table_sem_estilo

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Bootstrap por onde começar

Bootstrap por onde começar

E aew galerinha, demorei mas tô de volta, pra começar Feliz ano novo, e muita Força e Software Livre na sua vida.

Hoje iniciaremos uma série de artigos sobre o Bootstrap, esse framework front-end bastante utilizado e muito proveitoso, pra começar vamos entender o que é e como funciona esse negócio.

Antes de mais nada bootstrap significa inicialização, e tudo iniciou internamente na equipe do twitter, quando Mark e Jacob construíram uma obra prima e ainda nem sabiam. Em Agosto de 2011 eles resolveram lançar o Bootstrap como Software Livre e de código aberto no GitHub e com isso uma ruma de desenvolvedores do mundo todo começaram a contribuir e rapidamente o Bootstrap se tornou um dos softwares livres mais ativos do mundo. E foi assim que se tornou tão conhecido, tão aclamado, e tão popular.

E como já falei é um framework, sendo assim tem função de auxiliar e agilizar a criação de layouts utilizando estilos CSS já prontos, mas que podem ser tranquilarmente personalizados. Além de estilos, o Bootstrap também possui uma enorme biblioteca de eventos utilizando Javascript/JQuery.

Uma de suas principais características é a responsividade, e é nisso que focaremos nesse primeiro post, mas antes disso vamos logo ver como baixar e aprender a estrutura desse magnífico framework.

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PHP – Comandos de Saída

PHP - Comandos de Saída

E aí? Só o filé!?

Este post, PHP – Comandos de Saída, é bem básico e tem como objetivo mostrar algumas características da linguagem pra lhe fazer começar a desenvolver.

Antes de mais nada você deve ter um ambiente de desenvolvimento já arrumado, no mínimo, Apache2, PHP, Navegador Web, e um editor de texto, se ainda não tiver esse ambiente clique aqui e depois volte! 🙂

Ok, irei usar o Iceweasel(Mozilla Firefox) como navegador e o Sublime Text como editor de texto, mas antes de iniciar vamos entender um pouquinho como funciona as coisas:

1 – Todos os arquivos deverão ser salvos dentro do diretório do servidor, no meu caso, o /var/www/

Se isso não acontecer os arquivos não conseguirão ser interpretados já que o PHP(interpretador) fica instalado no servidor.

2 – Os arquivos e os diretórios não podem ter espaços, nem letras acentuadas, e nem caracteres especiais em sua nomenclatura.

Caso não siga esta dica terá bastante problema.

3 – A nomenclatura dos arquivos e diretórios deve estar em caixa baixa.

Essa é apenas uma questão de organização e facilidade de acesso.

4 – Em todo diretório crie um arquivo chamado index.php mesmo que seja em branco deixe-o lá.

Essa parte é sobre segurança, caso um diretório não possua o arquivo index.php ou index.html os arquivos dentro do diretório serão visíveis, e isso é muito ruim.

Ok, feito isso vamos iniciar de verdade, criarei dentro do meu servidor um diretório chamado php ficará então assim: /var/www/php agora dentro deste diretório irei criar o meu index.php e dentro dele colocarei o seguinte código:

<?php
    echo "Hello World!";
?>

feito isso, vamos testar, abro o navegador e digito http://localhost/php ou http://localhost/php/index.php dá no mesmo.

Certo, vamos entender o básico:

  • Todo o código PHP ficará entre <?php e ?> tudo que ficar fora disso será interpretado pelo navegador, ou seja, como texto ou como HTML;
  • O comando echo serve pra mostrar algo na tela;
  • Todos os conjuntos de caracteres(letras, números, símbolos) ficam entre aspas duplas(“”) ou simples(”), essa cadeia é conhecida como String;
  • Todos os comandos precisam ser finalizados com ponto e vírgula ;
  • Dentro de um arquivo você pode abrir quantas tags php(<?php ?>) precisar;

Veja agora outro exemplo de código:

<?php
  echo '<font color="red">';
  echo "PHP com Rapadura";
  echo '</font>';
?>

Tendo adicionado este código no index.php que estávamos usando e tendo recarregado a página do navegador que está a testar, deverá ter agora o texto PHP com Rapadura na cor vermelha como mostra a imagem a seguir:

PHP com Rapadura em vermelho

Certo, perceba que no código temos o uso de 3 echo‘s em 3 linhas de comando, e perceba o mais importante, as strings, note que nas linhas que possuem código HTML eu coloquei aspas simples, mas na linha com a frase PHP com Rapadura eu mantive as aspas duplas, essa diferença é proposital pois através disso conseguimos manter o padrão da linguagem HTML de colocar o valor do atributo entre aspas duplas, ou seja, color=”red” se tivéssemos colocado a tag font entre aspas duplas o PHP não entenderia o que estava acontecendo pois em uma mesma cadeia de caracteres teríamos uma mistura de aspas, tipo assim:

<?php
   echo "<font color="red">";
?>

Perceba que iniciamos a string em “<” e finalizamos em “=”, logo após isso temos um termo red e depois outra string, aquele termo red é exatamente o que o PHP não vai reconhecer, e por isso dará erro.

Então o macete é o seguinte:

“Utilize simples sempre que tiver HTML, e use aspas duplas pra texto bruto, texto que é apenas texto mesmo.”

Veja outro exemplo de código:

<font color="red">
<?php echo "PHP com Rapadura"; ?>
</font><br>

<?php echo "A Comunidade mais arretada do mundo!"; ?><br>

<a href=""> <?php echo "Se achegue mais!"; ?> </a>

Perceba que dessa vez temos o uso da tag <?php ?> 3(três) vezes, isso funciona tranquilarmente, porém não é aconselhável já que toda vez que abrimos a tag <?php estamos executando o interpretador PHP e ao colocarmos ?> estamos fechando o interpretador, ou seja, é como se ficássemos abrindo e fechando um programa, fazendo assim um rebuliço no processador e na memória do computador.

Certo, só pra finalizar o post vamos aprender um outro comando que também serve de saída, o print, basicamente os dois, print e echo, fazem a mesma coisa, porém a diferença é que o print sempre retorna algo e o echo não, em outras palavras o echo é mais rápido.

Veja um exemplo de uso do print:

<?php
    print("Rapadura do Poder");
?>

O resultado seria o mesmo se fosse com echo, mas como falei o echo é mais rápido.

Pois bem pessoa, este foi mais um post sobre PHP, no próximo post da categoria falaremos sobre variáveis e tipos de dados.

Saudações Livres a todos e que a Força esteja com vocês! 🙂 Qualquer dúvida poste nos comentários.

 

 

Uma comunidade desenrolada chamada Vale Livre

Uma comunidade Desenrolada chamada Vale Livre

Este é o primeiro artigo da minha série de diligências pelo mêi do mundo.
Então, o que dizer dessa comunidade arretada que atua na região do Vale do Jaguaribe do Estado do Ceará, essa comunidade que surgiu com a intenção de fortificar o uso do Software Livre em todos os municípios envolvidos. Essa comunidade que fez o 2º maior FLISoL(Festival Latino Americano de Instalação de Software Livre) do estado do Ceará, e que em menos de 1 ano realizou o 1º Vale Web Livre, o evento que tinha como objetivo mostrar que dá pra se tornar um desenvolvedor web invocado utilizando apenas tecnologias livres e abertas.

Vale Web Livre
Este evento, Vale Web Livre, aconteceu no dia 07 de Novembro de 2015, na UFC(Universidade Federal do Ceará) de Russas-CE, e contou com a participação de aproximadamente 140 pessoas, em sua maioria alunos das Escolas Estaduais de Educação Profissional, EEEP Professor Walquer Cavalcante Maia da própria cidade, e da EEEP Francisca Rocha Silva de Jaguaruana-CE, alunos dos cursos de Engenharia de Software e Ciência da Computação do campus, e membros da comunidade em geral.

Vale Web Livre
Ao todo foram 9 atividades, sendo 5 palestras, 3 oficinas, e 1 mesa redonda, eu ministrei a palestra de abertura “Desenvolvedor Invocado é aquele que usa software livre” e como de costume a oficina “Programando com PHP enquanto come Rapadura”, então deu pra ver que teve bastante rapadura nesse evento hehehe… Confira algumas fotos:

Rapadureiros Daniel das rapaduras
Meninos das Rapaduras Eu recomendo rapadura

Vale lembrar que o evento foi totalmente underground, ou seja, não teve patrocínio nenhum, foi todo feito através de muita força de vontade e garra dos alunos, em especial do Yan Vancelis, e com orientação do professor Doutor Dmontier Aragão, um evento gratuito que promete voltar no próximo ano com muito mais força e muito mais atividades.

Cheguei em Russas ainda na sexta, dia 06, onde conheci a Universidade e alguns dos organizadores, fizemos até uma breve desconferência com pizzas e uma boa conversa.

Desconferência Vale Web Livre

O ativismo do Movimento Software Livre é exatamente isso, essa vontade de compartilhar o conhecimento de forma livre e de fácil acesso, vale salientar aqui que todos que participaram das minhas atividades, participaram com fome de conhecimento, e é isso que precisamos, sede de ensinar e fome de aprender. Aos organizadores só tenho a agradecer o carinho e a emoção de todos ao fim do evento vendo que o mesmo havia sido um sucesso, aos participantes, em geral os alunos meus sinceros agradecimentos pela incansável vontade de aprender, sempre que participo de eventos voltados a alunos de escolas públicas, me sinto honrado, pois lembro de onde vim, e sei que estou meio que retribuindo a vocês o que um dia me foi concedido. Ninguém deveria fechar o conhecimento, ninguém deveria privar o ensino.

Programando com PHP enquanto come Rapadura Programando com PHP enquanto come Rapadura

Quero salientar também o passo para a liberdade de software que a comunidade anda tomando em relação aos laboratórios do campus, que antes possuíam Ubuntu em seus computadores e agora começaram a migrar pro Debian, isso é de fato um avanço pra implantação de Software Livre na Universidade.

Enfim, meus agradecimentos a todos os envolvidos, principalmente ao Yan Vancelis, pelo convite e pela acolhida em sua residência. Meus parabéns a comunidade, a parceria PHP com Rapadura + Comunidade Vale Livre vai longe! Que venha o próximo ano cheio de novas ações desta comunidade que só tende a crescer mais e mais!Vale Livre

Clique aqui para ver todas as fotos do evento!

Saudações Livres a todos e até a próxima 🙂

Software Livre: por onde começar – Parte II

Olá companheiro, que bom que está aqui novamente, voltamos hoje a nossa série de artigos sobre o SL com o artigo Software Livre: por onde começar – Parte II, no post anterior foi explicado como funciona o relacionamento entre Hardware, Kernel, e Software, e as funcionalidades de cada um. Então já que agora sabemos como funciona um Sistema Operacional, vamos ver como surgiu o GNU.

GNU

Mas vamos voltar um pouco mais atrás no tempo e saber que por volta dos anos 60 os computadores existiam quase que exclusivamente só para o Governo e para grandes empresas, e nesse tempo não era comum pensar em Software e Hardware como duas coisas separadas, na verdade computador era a coisa toda, a tecnologia era tida como se fosse uma só.

Passado o tempo, tínhamos então o Software e Hardware sendo o que cada um é, a parte lógica e a parte física, respectivamente, mas, mesmo assim, quando algum produto era vendido o custo do software já estava incluso no hardware, ou seja, venda casada(se bem que hoje não tá muito diferente né).

Passou-se mais algum tempo e o software agora passava a ser comercializado separado do hardware, algo bom, já que o cliente poderia comprar seu produto e instalar nele o software que desejasse(e funcionasse), é como se houvesse um mercado só para softwares.

Vale lembrar que nessa época já existiam algumas pessoas com a ideia de softwares de código aberto, que dessem liberdade para estudá-lo, alterá-lo, distribuí-lo, era uma ideia interessante já que o que tava tendo muito eram empresas fazendo softwares não livres para funcionarem em determinados produtos, porém sem a liberdade de acessar e modificar o código-fonte de acordo com suas vontades e necessidades. Eram desejos de libertar os softwares, ou seja, desejo por Software Livre, hehehe.

Pois bem, em 1984 já existiam alguns projetos de Software Livre organizados, e com alguns fundamentos legais, financeiros, éticos, e filosóficos estabelecidos. Nesse ano um cabra desenrolado chamado Richard Stallman, que trabalhava com negócio de Inteligência Artificial no MIT(Instituto de Tecnologia de Massachusetts), esse macho gostava de compartilhar seu conhecimento e seus códigos, e por causa dessas características se invocou com a empresa onde trabalhava e largou o emprego. Stallman queria que por direito os usuários pudessem estudar, copiar, modificar, e redistribuir os softwares, e por isso ele elaborou a licença GPL.

Richard Stallman

Stallman escreveu um artigo chamado “Manifesto GNU” que explicava em detalhes o Projeto GNU, mas para institucionalizar essa ideia e poder obter fundos para desenvolver e garantir proteção aos softwares ele fundou a Free Software Foundation, nasce então aí o Movimento Software Livre.

 

Para ir diretamente contra os “Direitos Autorais”(Copyright), a FSF cria o copyleft, ou seja os “Esquerdos Autorais”, e cria também as 4 liberdades do software:

Liberdade 0 – A liberdade de executar/rodar/usar o programa, para qualquer propósito.

Liberdade 1 – A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades. Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.

Liberdade 2 – A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo.

Liberdade 3 – A liberdade de alterar o programa, e liberar suas alterações, de modo que toda a comunidade se beneficie. Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.

E vale lembrar que esse ano o Projeto GNU completou 30 anos. Clique no link e dê uma olhada no vídeo, https://www.youtube.com/watch?v=brFdViPSsi4

GNU 30 anos

Isso é tudo pessoal, ficamos por aqui, sabendo então o que é o Projeto GNU, no próximo post da série conheceremos a história do kernel Linux, e seu envolvimento com o Software Livre. Espero que tenham gostado, deixem sua opinião nos comentários abaixo. 🙂

Saudações Livres a todos(as)! 🙂

Instalando o PHP no GNU/Linux

Instalando o PHP no GNU/Linux

Instalando o PHP no GNU/Linux:  e aí gente boa, só o mi?

Pois bem, neste post irei explicar como instalar o PHP em Sistemas Operacionais GNU/Linux que usem os comandos “apt-get” para administrar os pacotes .deb, em outras palavras, aquelas distribuições baseadas em Debian e suas derivações, ou seja, o Trisquel, Ubuntu, LinuxMint, Elementary OS, Linux Educacional, e por aí vai.

Antes de mais nada vamos saber o que o PHP precisa para trabalhar direito:

  • Servidor Web
  • Interpretador de comandos
  • Navegador de Internet
  • Editor de Textos

Vamos agora entender e instalar cada um:

Servidor Web: O PHP roda no lado servidor, ou seja, o seu computador deverá ser um servidor web para que possa rodar os códigos PHP, nesse caso iremos usar o Apache2, vamos a instalação, abra o terminal e digite:

su

agora coloque a senha de root(super usuário) e vamos prosseguir atualizando a lista de pacotes e na linha seguinte instalar o apache2.

apt-get update
apt-get install apache2

Certo, com isso já temos nosso servidor web, vamos testar né, abra seu navegador de internet e digite na barra de endereços o seguinte http://localhost e tecle Enter, o resultado deve ser algo parecido com esse:

Localhost It's Works

Se o resultado foi algo parecido com esse, ótimo, quer dizer que deu certo, e o seu Servidor Web foi instalado com sucesso!

Agora só uma observação importante: o diretório onde o arquivos ficam varia dependendo da distribuição que você está usando, por exemplo, no meu Debian o diretório é o /var/www/ mas em algumas distribuições é o /var/www/html/, de qualquer forma acesse um destes diretórios e veja se existe o arquivo index.html, este é o arquivo que é executado no navegador quando você digita http://localhost, ou seja, você também pode digitar http://localhost/index.html, dá no mesmo, perceba então que localhost significa em outras palavras, o diretório do seu servidor web.

Interpretador de Comandos: Agora chegou a vez de instalar o PHP, sim, PHP é o interpretador de comandos, ele será responsável por interpretar os scripts(códigos) que você digitar e executar a ação deste código, como eu falei atualmente a versão estável do PHP é a 5.6 ou apenas 5, então vamos a instalação:

apt-get install php5 libapache2-mod-php5 libapache2-mod-perl2 php5-cli php5-cgi php5-common php5-curl php5-dev php5-gd php5-imap php5-ldap php5-odbc php-auth

Este é um comando mais completo, mas em alguns casos apenas o apt-get install php5 resolve.

Ok, feito isso é hora de testar, primeiramente adicione o seu usuário(no meu caso é alessandro) ao grupo www-data, essa foi uma dica importante do meu irmão de código, Abdala Cerqueira, e depois dê permissão de leitura e escrita no diretório do servidor, faça isso através dos comandos:

usermod -a -G www-data alessandro
chown -R www-data:www-data /var/www
chmod -R 775 /var/www/

Agora você deverá reiniciar o apache2, para isso basta colocar no terminal o comando:

/etc/init.d/apache2 restart

Pronto, agora crie um arquivo chamado teste.php dentro do diretório do servidor(/var/www/ ou /var/www/html), e digite o seguinte:

<?php
    phpinfo();
?>

Agora vá na barra de endereço do navegador e digite http://localhost/teste.php se aparecer algo como isto, é porque deu certo e seu PHP está instalado, e essas são as informações de sua máquina! 🙂

PHP Teste Localhost

Ok, com isso você tem um ambiente de trabalho com o PHP funcionando, em breve começaremos o curso “Programando com PHP enquanto come Rapadura, um curso básico, mas que pretende transformar você jovem iniciante em um(a) Cangaceiro(a) JEDI. Até a próxima e que a força esteja sempre com você. 🙂

Qualquer dúvida poste aí nos comentários.

 

 

 

Software Livre: por onde começar – Parte I

Olá companheiro(a), é bom revê-lo por essas bandas de novo, hehe.
Com esta série de artigos busco explicar um pouco o que é o Movimento Software Livre e qual meu envolvimento com o mesmo. Este primeiro artigo tem como objetivo falar sobre o Sistema Operacional GNU/Linux, mas não pense que Software Livre se remete apenas a isso, Software Livre é antes de mais nada um movimento social e político, é uma filosofia, uma revolução.
Para muitos talvez o termo Software Livre seja desconhecido, pouco utilizado, ou até referenciado a um kernel de um sistema Operacional, denominado Linux, isso mesmo, Linux não é o Sistema Operacional, ele é só o kernel, apenas o coração do Sistema, vamos a uma breve explicação jovem padawan:

Quando você usa um computador(desktop, notebook, smarthphone, tablet, etc), na maioria das vezes(não gosto de afirmar com certeza, o mundo é grande demais pra eu dizer sempre) existe um Sistema Operacional(SO) carregado nele, e como o próprio nome já diz: é o Sistema para o usuário Operar, usar, executar.

O SO muitas vezes não é notado, pois o objetivo do usuário é utilizar uma aplicação, um programa específico, ou seja, se você quiser acessar a rede social Diáspora(recomendo), você teria que acessar através de um navegador de internet, que esse por sua vez é a aplicação, você poderia executar a mesma aplicação em Windows, GNU/Linux, IOS, Android, FirefoxOS,  logo você não está usando somente o SO, você está usando o SO pra poder executar a aplicação.

Veja agora abaixo como um Sistema Operacional se comporta.

Software - Kernel - Hardware

Como podemos ver na imagem acima, em um computador existem basicamente 3 camadas:
Aplicações: são os programas, por exemplo, um navegador de internet, um processador de texto, uma IDE de desenvolvimento, um interpretador de comandos, e o diabo a quatro, ou seja, quando você usa algum computador, seu objetivo é na maioria das vezes utilizar um destes programas, que pra ficar mais jóiado vamos chamar de Software, onde uma característica principal do Software é porque ele não é algo físico, e sim lógico, ou melhor, ele não é palpável.

Periféricos físicos: São todos os periféricos que fisicamente fazem o funcionamento da máquina, ou seja, teclado, mouse, alto-falantes, microfone, webcam, nesse caso até memória, CPU, disco rígido, e placas auxiliares entram. Diferentes do Softwares, estes periféricos são palpáveis, são físicos, e também temos um termo arretado pra eles: Hardware.

Kernel: Por sua vez, é o núcleo do SO, ele é quem faz a comunicação entre o Software e o Hardware, por exemplo, o usuário deseja a partir do LibreOffice Writer imprimir um documento de texto, temos aí então o Software Processador de Textos, e o Hardware Impressora, então alguém precisa cuidar pra que essa impressão aconteça e isso quem faz é o núcleo, ele leva o documento digital até o periférico de saída, gerando assim um documento físico.

Pois bem, você entendeu como funciona um SO, mas e o Software Livre onde entra?

isso você só verá no próximo artigo, hehehe…

Até a próxima, e Saudações Livres a todos! 🙂

PHP, o que é isso?

Antes de iniciar a parte técnica do blog seria bom explicar o que é essa coisa que tanto falo, o PHP, bem pra começar é uma sigla, ou melhor um acrônimo onde a pronúncia correta é “Pí Eidi Pí” e não “Pê Agá Pê” e significa Programador Honesto e Pobre…. aff, que piada velha e sem graça.

PHP

Vamos lá PHP, que na verdade é PHP: Hypertext Preprocessor, é uma linguagem de programação de script, interpretada e livre, sim livre, livre no sentido Software Livre(aquele assunto filosófico que falarei muito por esse blog), é uma linguagem muito utilizada, e especialmente adequada para o desenvolvimento web e que pode ser embutida dentro do HTML(Linguagem de Marcação de Hiper Texto).

Vale salientar que o PHP trabalha do lado servidor, e como mencionei antes, o código é interpretado, isso mesmo, não é compilado, é interpretado linha a linha em tempo de execução. O código da linguagem fica entre estas tags <?php ?>

Por exemplo:

<?php
    echo "PHP com Rapadura"; 
?>

Resultado: PHP com Rapadura

Ao dar CTRL+U na página você verá apenas o resultado do script, ou seja, o código PHP não será visível pro usuário. 🙂

O PHP atualmente(quando escrevi este artigo) está na versão 5.6, mas a 7 já está aí. <3

Pois bem, acho que é isso, ao longo das postagens veremos muito mais sobre PHP, então basta ficar ligado no blog.

Para mais informações sobre a linguagem consulte o manual do PHP no link http://php.net lá você encontra documentação, e uma boa parte em Português do Brasil. E você pode também acompanhar a comunidade PHP com Rapadura que está sempre realizando eventos pelo Estado do Ceará e cheia de pessoas se ajudando a torta e a direita.

PHP com Rapadura

Até logo meu/minha caro(a).

Saudações Livres!

 

A vida e como ela é: Diabéisso?

A vida e como ela é será o título do meu blog, bem, eu poderia botar “Vivendo em Software Livre”, “Alessandro e as Rapaduras”, “Alessandro e as Rapaduras Livres”, mas resolvi botar “A vida e como ela é”, o por que exato não sei, mas será esse e pronto.

Aqui você encontrará artigos filosóficos sobre Software Livre, artigos técnicos sobre desenvolvimento web, é claro, com foco em PHP, novidades tecnológicas, encontrará também um diário de bordo dos eventos que participarei daqui pra frente, em geral, neste blog você encontrará perguntas e respostas sobre a Vida, o Universo e tudo mais… é sério.

Não vou me apresentar pois tem uma página pra isso, então fica aqui o fim de meu primeiro post, com meus sinceros agradecimentos pelo tempo que você gastou pra lê-lo e meu pedido para que volte a esse blog, sendo com a intenção de criticar(comente aí em baixo), sendo com a intenção de encontrar respostas, e até mesmo sendo com a intenção de indicar assuntos para artigos futuros. Meu contatos estão aqui do lado, alguns links pra redes sociais e emails!

Ok, jovem padawan, inté breve e que a força esteja sempre com você!

Saudações Livres! 🙂